
Há esperança para os escolhidos?
Os anjos do altar desfalecem aos meus pés,
E as fadas da vida iluminam os novos bordéis.
Existem saída para os poetas perdidos?
Aos olhos de Selene reina a incerteza;
O combate dos homens com Deus,
Em que o caos profana as leis
A morte já não é mais a dama da fraqueza.
E o sangue orvalha em nome santo,
A pureza das ninfas fica só nos mantos;
A poesia agoniza com seu poeta.
Os escolhidos a prantear no ermo infinito,
Recolhendo suas lágrimas em PALAVRAS;
E sua alma jaz, num corpo, sua tumba secreta.
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